quarta-feira, 7 de setembro de 2011



“Da janela do meu quarto do Hospital Emílio Ribas, na avenida Doutor Arnaldo, em São Paulo, eu via as pessoas caminhando, de bermudas, tomando onibus, entrando num, e eu dizia: meu deus, que luxo que é viver, que coisa maravilhosa que é poder andar na rua, como a vida é preciosa e frágil. E começou a me dar uma pena da condição humana, e eu enviava amor para as pessoas que via pela janela, enviava amor e comecei a receber amor de volta, como num jogo de tênis."

[A parte do livro ''Para sempre teu, Caio F." que mais mexeu comigo] 

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