“Da janela do meu quarto do Hospital Emílio Ribas, na avenida
Doutor Arnaldo, em São Paulo, eu via as pessoas caminhando, de bermudas,
tomando onibus, entrando num, e eu dizia: meu deus, que luxo que é viver, que
coisa maravilhosa que é poder andar na rua, como a vida é preciosa e frágil. E
começou a me dar uma pena da condição humana, e eu enviava amor para as pessoas
que via pela janela, enviava amor e
comecei a receber amor de volta, como num jogo de tênis."
[A parte do livro ''Para sempre teu, Caio F." que mais mexeu comigo]
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